domingo, 25 de agosto de 2013

Dias Melhores Virão–Minhas considerações

dias

Bem, mais um livro terminado. Fino e prático de ler. Este livro ganhei de uma amiga, por eu estar passando por um momento meio que difícil de minha vida. Ok, é um pé operado, mas isso é um tormento para uma pesoa que não curte muito ficar trancafeada dentro de casa e ter que ficar dependendo dos outros para comer, tirando-as de suas rotinas. Um tormento para uma pessoa que quer andar, trabalhar, ou simplesmente sair. Então, para mim é um momento muito difícil de minha vida que a cada dia tenho que fazer um esforço para não pirar ou me entregar a depressão.

Desde já agradeço a Keli. Não só pelo livro, que me confortou bastante, mas por toda ajuda que você e seu marido está me dando. Que Deus continue abençoando a sua família linda! Saudades de minha princesinha Laís.

O que achei do livro

Atrás do livro está escrito o seguinte: “Ninguém está livre dos problemas. Entretanto, quando eles nos atingem, muitas vezes duvidamos da própria existência de Deus. Para o autor Max Lucado, o Criador não se esconde diante de nossas dificuldades e tragédias. Na verdade, Ele nos olha com misericórdia e usa essas tempestades para ensinar profundas lições e conduzir à bonança”.

É isso que Dias Melhores Virão nos mostra através de sua leitura. Situação em nossas vidas que nos desesperamos, que achamos que nada vai dar certo, que a dor da perda não vai passar, que Deus nos abandona nos momentos mais difícies de nossas vidas. E isso não é verdade. Ele não nos deixa de lado. Ele está sempre ao nosso lado! Mesmo que achemos que Ele não está nem aí, que não dê um sinal. Ele está sempre ao nosso lado! Agindo no silêncio.

O capítulo que mais me chamou a atenção foi o capítulo 6: No silêncio, Deus fala. Devido ao meu prblema, acabei privando minha irmã, que teve de abrir mão de algumas cois por mim. E isso acabou gerando uma revolta nela, juntando aos problemas que ela já tinha antes do ocorrido. E ela acabou que descontando tudo isso em mim. Se eu tivesse batido de frente com ela, toda vez que aos berros ele me culpava de tudo e me ignorava, hoje sabe-se lá o que teria acontecido comigo ou com ela. Ao invés disso, me calei, deixando ela falasse o que quisesse. E pedi a Deus que mudasse esta situação, pois não estava aguentando mais, que eu iria pirar, pois estava aguentando calada, sofrendo por dentro. Então, na sexta, Deus permitiu que eu passe mal de uma maneira, que ela ficou preocupada e com isso a barreira foi quebrada e agora voltou a ser como era antes.

“Deixe que Deus seja Deus. Deixe que Ele banhe em Sua glória para que tanto seu fôlego como seus problemas sejam absorvidos de sua alma. Fique quieto. Fique em silêncio. Esteja aberto e disposto. Reserve um momento para ficar quieto e saber que Ele é Deus”.

Eu recomendo este livro não por eu ser Evangélica, pois ele não é só para evangélicos. Todos nós temos problemas, situações difícies. E acabamos buscando um refúgio, uma tampa de escape para nos ajudar a passar por estes problemas e situações. Então por que não buscar esse refúgio, esse escape em Deus? Por que não dar uma oportunidade a Deus de cuidar de seus problemas, cuidar de você? Pense nisso!

“Ele se levantou, repreendeu o vento e disse ao mar: "Aquiete-se! Acalme-se!" O vento se aquietou, e fez-se completa bonança”. Marcos 4:39

“Embora não possamos ver seu próposito ou seu plano, Deus está no seu trono e no firme controle do universo e de nossa vida. Assim, nós lhe confiamos o nosso futuro. Nós lhe confiamos a nossa vida”.

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Métrica–Minhas considerações

metrica

Graças ao meu “pequeno” acidente, que me obrigou a ficar de molho em casa, acabei de ler mais um livro: Métrica. Foi um livro fácil de ler e muito fácil de se emocionar.

O que achei do livro?

Bem, aí em cima na imagem diz que “amor rima com dor”. E eu pergunto: “Dor rima com amor?” Assim é Métrica.

Através dos personagens vemos a dor de uma perda, a dor de uma descoberta, a dor de uma escolha. Também vemos o amor; não só o amor entre homem e mulher, mas também o amor a família, amor a amizade e o amor a poesia, este último sendo a pano de fundo da história.

Métrica mostra a superação da dor. seja ela qual for e que não é tão difícial assim de se superar. Basta ter disposição e encontrar o “equilíbrio entre a cabeça e o coração”.

O livro tem continuação, que ainda não foram publicados aqui no Brasil, chamados: Slammed 2 – Point of Retreat e Slammed 3 – This Girl

Bem, como o livro fala de poesia e que na boa mudou o meu ver sobre o assunto, acabei fazendo uma no estilo do livro, bem assim eu acho!

O Amor e a Dor

Há um tempo atrás

Li um livro.

Um livro que falava de dor; que falava de amor.

Como amar com dor?

Como amar na dor?

Sofrer por amor?

Mas que amor?

Sim, podemos amar com dor; podemos amar na dor.

Pois o amor ameniza a dor

O amor nos faz superar a dor

Não esquecê-la, mas sim superá-la

Sim, podemos sofrer por amor

Não só por aquele amor que nós conhecemos

Sofrer ao ver aquele que você ama sofrer e você não poder fazer nada para ajudar.

Sofrer ao saber que aquele que você ama partiu e não ter conseguido pedir perdão.

Sim, posso amar com dor; amar na dor!

Pois se estou aqui até hoje

É porque tenho amor a minha vida, seja ela como for

Sim, posso sofrer por amor!

Pois sofri e sofro por aqueles que mais amo nessa vida.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Destino do Tigre–Minha considerações

Huahuahuah, enfim consegui chegar perto do computador. Em meio a dificuldades (digitar de lado ninguém merece *=*) mas… Vamos ao que interessa!

destino

Ufa, finalmente acabei uma saga. A Saga do Tigre. O Destino do Tigre foi o mais demorado, devido as circustâncias e também a péssima tradução do pdf.

O que eu achei do livro?

Bem, o Destino foi interessante. Um pouco cansativo, devido a muitos detalhes, mas não perdeu a essência: os “ahs”, “ohs”, “que fofo”, que ódio”. Um Kishan apaixonado, um Ren desesperado e uma Kelsey dividida e atormentada por um devido acontecimento.

Em falar em Kelsey, pensei que eu iria odiá-la. Eu até a chamei de mala, rídicula, até p capítulo 12, omde entendi o porque dela agir da maneira que age. Não sei se eu agiria dessa forma, mas o pensamento é válido (no meu ver, claro).

A história mesmo fica boa a partir do capítulo 24, a mesma começa a se desenrolar e o destino de cada um é traçado. E posso falar… que destino, hein?! Se eu continuar, vou acabar entregando o final. O que posso dizer é que há final para todos (damm *_*).

Enfim o Destino do Tigre tem seus altos e baixos, mas com certeza cumpriu seu dever: Fechar uma história emocionante, que nos fez amar, odiar, torcer por cada um dfos personagens, além de uma viagem mitológica e cultural pela Índia.

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Finalizado os quatro livros, posso dizer que gostei mais do segundo, o “Resgato do Tigre”. Nele, podemos ver a confirmação do amor de Ren por Kelsey; podemos conhecer melhor o Kishan; podemos ver o confronto de sentimentos de Kelsey pelos tigres, sendo a “Viagem do Tigre” e o “Destino do Tigre, consequencia e finalização. O Resgate lido com atenção, dá algumas dicas para não ficar boiando nos livros seguintes.

Agora é esperar o falado quinto livro, “Sonho do Tigre”. O que será que Collen nos reservará, já que a história em tese, acaba no Destino? E qual dos tigres ela relatará o Sonho?

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Entre o Agora e o Nunca - Minha análise

 

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Bem, mais um livro terminado para minha alegria. Depois de eu ter ficado chocada com o “Garota Exemplar”, foi a vez de eu me emocionar com “Entre o Agora e O nunca”. E... senhoras e senhores, que livro! É simplesmente encantadora. Ao contrário dos outros que eu li, com exceção de “Garota Exemplar”, este livro nos mostra uma história real; não que ela tenha acontecido de fato, não sei; mas que pode sim acontecer na vida de qualquer pessoa. Quem não tem vontade de chutar o pau da barraca ou sumir no mundão a fora e fugir da vida monótona que levamos?! Qual a mulher que não queria encontrar um Andrew no meio do caminho?!

A história tendo duas narrativas foi excelente. Particularmente, fiquei mais envolvida na narrativa do Andrew. O Texano atípico: bronco, boca suja, pervertido, mas sempre mostrando ser um cara sensível e amável. Mas não foi por isso. Os motivos de Camrym eram claros: Perdeu o cara que amava de forma trágica e outros acontecimentos que a deixaram atordoada e ferida por dentro, impedindo-a de retomar sua vida (ou começar a ter uma vida); já o Andrew ainda tinha um mistério no ar. Não era só a questão do pai. Quanto mais ele tentava fugir de seus sentimentos, não querendo machuca-la, mas intrigada ficava e mais receosa com que iria acontecer mais para frente, chegando quase tendo um ataque do coração no final da história.

A trilha sonora também não deixou a desejar: “Carry on my Wayward son”... show de bola!! (lembrei na hora dos Winchesters), Quando ele pede para ela cantar “Dust in the Wind”, nossa! “Barton Hollow” eu não conheço, mas cacei no Tube e a escutei. Fiquei imaginado os dois cantando!

Enfim, sei que vou ler muitos outros livros que talvez serão melhores que “Entre o Agora e o Nunca”, mas com certeza ele está entre os melhores que eu já li até agora, juntamente com a saga dos tigres. E Camrym e Andrew, o casal mais fofo, por ser um casal mais real de que Kelsey e Ren (se existir um de verdade, por gentileza, me apresentem!).

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Garota... Exemplar


Ufa! Finalmente acabei de ler esse livro. Eu pensei que "Incarceron" fosse o livro mais complexado que já tinha lido até agora. Me enganei! "Garota Exemplar" é a história mais complexada que já li até o momento! 

Nos envolve de tal maneira que faz a gente pirar (pelo menos eu). Uma hora torce por um, aí se ver torcendo pelo outro, aí odeia um, passando a odiar mais ainda o outro para no final... ODIAR OS DOIS! 

Ao lê-lo, fico imaginando como o ser humano tem a capacidade de criar em sua cabeça uma história bem desenvolvida e ao mesmo tempo "medonha" (sim, achei medonha!) e ainda conseguir colocar isso tudo em um livro. Impressionante!

Não vou dizer que não gostei, pois gostei. Mas foi um pouco penoso de ler. Na boa, eu falei sério! Não é qualquer mulher que pode ler isso livro! Medonho, muito medonho!!!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Educação é bom e eu gosto!

educacao

Pegando o engato do quadro do Fantástico com a Glorinha Kallil.Como eu já cansei de dizer, trabalho no Centro da Cidade e para chegar no trampo, eu pego o malegueto do 366 (Campo Grande x Tiradentes). E é nessas idas e vindas do trabalho, que vejo como o povo mal educado.

Galera acorda de madrugada, vai trabalhar cheio de sono, tenho uma oportunidade de tirar um cochilo durante a viagem (cerca de 2horas) e o que acontece?!

* Neguinho cisma de ficar conversando alto durante a viagem inteira. Mais falando alto mesmo para que o baraulho do ônibus caquético não abafar a voz.

* As tietes do motorista tagarelando sem parar, aquecendo a hemorróida na tampa do motor.

* Cabradora e Motorista conversando, quer dizer, berrando um com outro durante a viagem.

* Os fortinhos e fortinhas não sentam. Se jogam no banco, quase sentando no colo. Se estiver na janela, eles te esmagam. E ai se falar alguma coisa. Se estiver na beirada, eles se ajeitam a ponte de quase te derrubar.

* O classíco: música alta! Tadinho, o cidadão não tem condições de comprar um fone pra escutar.

Fora outras coisas que acontecem. E estou falando dentro do ônibus! Fora é a seguinte situação: “Oi Fulano, tudo bem?!” Papo vai, papo vem, chega o ônibus e fura a maldita fila!

Imaginem então no trem?! Santa Cruz/Japeri?! Enfim, estou falando do povo da zona oeste onde eu convivo. Será que o povo da zona sul age assim?! O povo da zona norte?!

Meu, a Copa do Mundo é ano que vem, Olimpiadas dois anos depois! Imagine um turista pegando um busão do jeito que eu pego com esse povo?! E eu só estou falando das siutuações que eu vivo!

kallil

terça-feira, 7 de maio de 2013

O Estresse

estresse

 

Eu não sou de parar para ver o Globo Reporter, mas não tive como não ver o de sexta passada, no qual o assunto abordado foi sobre estresse. Foi feito um teste para saber qual o seu grau de estresse. Apesar de eu saber que sou uma pessoa estressada (sim, eu sou!) eu fiz o teste e tadã! Deu sinal amarelo! Apesar de eu achar que o meu nivel de estresse já passou do vermelho a muito tempo!

No meu caso são n fatores que me faz estressar e ter a vontade de chutar o pau da barraca, matar um e outras coisa a mais.

* Acordar 4:30 da manhã: Eu moro em Campo Grande e infelizmente trabalho no Centro da Cidade. E ainda por cima tenho que pegar dois ônibus. E pior ainda, tenho que enfrentar a infernal Avenida Brasil. Toda vez que o despertador toca, a vontade é de arremessar longe. Só não faço isso porque o despertador é o meu pocket tablet, no qual é muito útil. Quando não me estresso com a Pégaso (empresa de ônibus) devido a falta de organização de logistica (ôs ônibus não têm hora certa de sair), devido aos motoristas que são uns idiotas e particulamente um que  é lerdo para cacete, é a “Inferno Brasil” que me põe de cabelo em pé com os congestionamentos! Para se ter é uma ideia, segunda-feira peguei o ônibus 06:30 da manhã e cheguei no trabalho às 09:45 da manhã. Isso quando não junta os dois! Chego no trabalho quicando, não querendo falar com ninguém.

* Meu trabalho: Meu trabalho em si não é estressante. O problema do meu trabalho são as pessoas, principalmente minha chefe. Ela consegue ser irritante quando quer e isso me tira do sério! Quer tudo para ontem nos enchendo, nos oportunando e quando as coisa não vão bem, fica nos jogando iindiretas de que a culpa é nossa. Meus companheiros de trabalho também não ficam atrás. Marcio que o diga! Tenho que fazer um esforço sobrehiumano para aturá-lo.

* Volta para casa: Por incrivel que parecça, a volta para casa é muito mais estressante do que a ida para o trabalho. É aquele ditado: “Temos hora para chegar ao trabalho e sem hora para chegar em casa”. A Rio Rotas consegue ser pior que a Expresso Pégaso. Pouco ônibus na linha e ainda por cima ous poucos que têm, vivem quebrando deixando o povo no meio do caminho. Chego no ponto no máximo 6 da tarde e sabe se lá que horas eu saio do centro. E quando finalmente pego o bendito do ônibus, tenho que encarar o engarrafamento na Presidente Vargas, Leopoldina e Perimetral. As coisa se complicam quando tenho que encarar os tagarelas de plantão! Tagarelando tagarelando sem parar! Aquelas vozes bizarras zumbindo em meus ouvidos!

Isso são só os principais! Fora outras coisas que me aborrecem, que me tirem do sério. Mas sabe, eu era pior! Meu estresse chegava num nivel tão alto que chegava a quebrar as coisas, berrar e afins. Ainda tenho meus piti?! Tenho! Mas o máximo que acontece é de eu me trancar no quarto e danar a chorar. Se eu não tivesse Deus em minha vida como tenho agora, acho que já teria me sucumbido!