quinta-feira, 11 de maio de 2017

Return of Iljimae

Mais um drama assistido e que bom que gostei, pois fique meio receosa de ver. Explico lá embaixo.


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K-drama: Return of Iljimae

Episódios: 24

Atores principais: Jung Il Woo (Il Ji Mae) / Yoon Jin Suh (Dal Yi / Wal Hee)

Sinopse: The Return of Iljimae é uma fusão sageuk, ou seja um drama histórico misturado com toques modernos, sobre um herói mítico do tipo Robin Hood que retorna a cada geração para ajudar os oprimidos. O drama explora o começo do herói que remonta a Coreia do século XVII quando um governo corrupto toma conta do país que fica a beira de um colapso. O filho de um dos grandes oficiais do governo com uma escrava, Iljimae é abandonado recém nascido. Eventualmente ele é levado para a China e é adotado por um casal chinês muito rico. Ele é criado sem saber nada sobre seus pais verdadeiros e é treinado nas artes marciais diariamente. Quando ele descobre sobre sua adoção, Iljimae retorna para a Coreia e procura pelos seus pais biológicos, e então ele precisa encarar cara-a-cara a corrupção coreana. Depois de ter que ver seu primeiro amor ser condenada a morte, ele promete proteger os oprimidos e lutar por justiça em todos os lugares. E assim nasce uma lenda.

O lindo bebê que nasceu ao florescer das ameixeiras tinha tudo para ter um futuro tranquilo e próspero, uma vez que o pai era um nobre oficial do Governo. Porém não foi o que aconteceu, pois a mãe era uma escrava que foi violada pelo tal oficial. Assim que o bebê nasceu, foi tirado da mãe e abandonado em rio a própria sorte. E ela veio, através de um mendigo e um monge que o encontram e o pegaram para criar. Mas a sorte da pequena criatura logo abandona, pois quando o pai descobre que o bebê está vivo, manda seu serviçal dá cabo do bebê. O monge sabendo da “treta”, leva embora o bebê para Qing (China), onde é recebido de bom grado por um casal de posses. Ao escolher o nome do bebê, o monge diz que o encontrou na época do florescer das Ameixeiras e como o bebê era belo, decidiram por o nome de Iljimae (Flor de Ameixeira). O bebê cresceu e Iljimae se tornou um belo rapaz, tendo o amor de seus pais e de sua linda noiva. Uma vida tranquila… Até que aparece um suposto forasteiro que revela a Iljimae a verdade sobre sua origem. Disposto a encontrar seus verdadeiros pais, Iljimae cai na lábia do forasteiro e para Joseon (Coreia), abandonando seus pais e sua noiva. Chegando a Joseon, Iljimae descobre que foi enganado pelo forasteiro, que nas verdade se trata de um espião de Qing, que o usou para entrar em Joseon e com ajuda do Tenente Go, ele vai de encontro a seu pai. E aí, toma-lhe paulada… seu pai simplesmente o nega pela segunda vez, deixando o pobre rapaz desolado e desgostoso da vida. Com isso ele se refugia nas montanhas, vivendo completamente como um selvagem, roubando galinhas. Então, eis que a sorte novamente bate a porta de Iljimae. Ele conhece a doce Dal Yi, no qual se apaixona de cara (ah o primeiro amor…) e vai viver com ela e seu “pai”, no qual o ensina a manejar a espada que ela encontra no rio. Tudo estava lindo e maravilhoso, até que… toma-lhe mais uma paulada. Dal Yi e seu pai são acusados de traição e são executados bem diante dos olhos de Iljimae. Então… o rapaz pira de vez e jura vingança, até que...

Então… como eu disse lá em cima, eu fiquei meio receosa de ver porque tem duas histórias de Iljimae: Essa, com o Jung Il Woo e o “Iljimae” de 2008, com o Lee Joon Gi. Eu pensava que o Return… seria uma continuação de 2008. E não estava achando o do Joon Gi legendado (me recuso a ver pela Vix, mas pelo visto não vai ter outro jeito). Aí eu tive que fazer uma pesquisa, até saber que uma história é independente da outra. outra questão foi de que na minha pesquisa, uns diziam quem o Iljimae do Joon Gi era melhor, enquanto outros diziam que o do Il Woo era melhor. Então, como eu já estava querendo ver outro dorama com meu “tchutchuco”, acabei por assistir.

Sobre a história… meu, está para nascer um cara tão “cagado” como Iljimae. Fala sério. O bichinho sofre de dar dó! A morte da primeira amada (sim, ele encontra um novo amor), é só a ponta do iceberg no desenrolar da história. Onde o cara põe os pés, eis que acontece algo. Podemos dizer que esse aprendeu apanhando da vida. Não é a toa que ele fica tão revoltado e cascudo. Mas pelo nem tudo é só tragédia, uma vez que ele acha uma nova razão para se manter vivo.
Também gostei da narrativa da história. Uma narradora lendo o livro de Iljimae. Cada episódio era um capítulo do livro. Achei bem interessante.

Sobre o Jung Il Woo… Ele foi o primeiro “Flower boy” que suspirei, no meu drama de estreia: “Cinderella and 4 Knights”. Os dois que eu vi era comédia, então quis ver como se sairia em drama, principalmente sendo épico/histórico. E não me arrependi. Ele mandou muito bem. Pesquisando mais sobre ele, descobri que nesse momento ele está cumprindo o serviço militar obrigatório (ele completa 30 anos este anos), mas devido a descoberta de um Aneurisma Cerebral (consequência do acidente de carro que sofreu em 2006 com o amigo, também ator Lee Min Ho), ele está cumprindo o serviço em uma repartição pública. Então infelizmente só teremos algo novo daqui há dois anos. SNIFF SNIFF.

Abertura:


Música que gostei:




The Return of Iljimae OST - I am Iljimae (H20) from Cerine chan on Vimeo.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Os 13 Porquês - O Livro

 

Então… vamos falar sobre… livro!!! Sim!!! Apesar do meu vício pelos doramas, eu não larguei a leitura. Nem sou louca de fazer isso!

O livro da vez?! O tão falado e comentado  “13 Reasons Why” ou simplesmente “Os 13 Porquês”. Na verdade é a séria que está na boca da galera, mas quando soube que vinha de um livro…

 

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Livro: Os 13 Porquês

Autor: Jay Asher

Editora: Ática

Minha nota: 4,0

 

Sinopse: Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker, uma colega de classe e antiga paquera, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

 

Hanna Backer é a típica adolescente que chega ao novo colégio e é vitima dos veteranos que adoram se achar que são “bam bam bam” do pedaço. E simplesmente pira por não saber lidar com a situação, escolhendo a pior maneira de resolver a situação. E para mostrar que o que estava sentindo m relação a tudo e a todos, ela deixa um testamento em fitas para cada um daqueles que contribuíram e alguma forma a levar ao suícidio. Clay está entre eles. Mas o que Clay poderia ter feito de tão errado para estar nas fitas de Hanna Backer?

 

Depois de ver inúmeros posts sobre a série, finalmente me rendi, só para ver se era isso tudo que falam. Então resolvi intercalar a leitura com a série, já que as histórias são separadas por cada lado de uma fita. Sendo que acabei por livro todo após a fita 4 lado B e depois ver o restante da série (ainda não acabei de ver, por sinal), uma vez que o livro está em 1º pessoa e a série em 3º. Além de algumas coisas e fatos estarem diferentes (sim, recebi uma chuvarada de spoilers)

Então… gostei muito. Até a Fita 5 lado A, achava que eu já tinha matado a charada, mas então, eis que levo um balde de água fria (adogo quando isso acontece). Ok, de certa forma é o que eu pensei, mas não da forma que eu pensei. Complicado, não é? Acho que muitos devem ter pensado o mesmo que eu até chegar a fita 5 lado A. Dessa fita em diante, meu… é só ladeira abaixo e vc fica a… sei lá… pois sabe que não é só um conto inventado por um autor qualquer e sim a realidade de muitos adolescente por mundo afora.

A depressão é algo muito delicado, que não se pode ser ignorada. Muitos acham que isso não passa de uma frescura. Tolos são esses que tem esse pensamento errôneo. E não é só com adolescente. Eles são mais evidentes, uma vez que por estarem na flor da idade, para eles é 8 ou 80. Como foi o caso da personagem do livro.

Algo que também me chamou atenção foi em relação a história da Fita 7 Lado A. Quando o depressivo finalmente toma coragem e pede ajuda, será que estamos preparados para ajudá-los? Será que os profissionais estão realmente aptos a ajudar aquele que vai até ele buscar ajuda? Escutar mais e perguntar menos? É algo para se refletir.

sábado, 22 de abril de 2017

Strong Woman Do Bong Soon

Mais um vez o feriado prolongado me ajudou a zerar mais um dorama.

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K-drama: Strong Woman Do Bong Soon

Episódios: 16

Atores principais: Park Bo Young (Do Bong Soon) /  Park Hyung Sik (Ahn Min Hyuk)

Sinopse:  Uma garota incrivelmente forte morre de amores pelo crush de infância dela, mas ele, infelizmente, gosta de mulheres que são muito mais elegantes do que a desajeitada Bong Soon. A força de Bong Soon a ajuda a arranjar um emprego. Ela tem que que ser a guarda-costas do arrogante chaebol Ahn Min Hyuk (Park Hyung Sik de Heirs e Hwarang), CEO de uma empresa de jogos. Ahn Min Hyuk sabe jogar todos os tipos de jogos errados. Ele é esquisito, mimado, dominador e muitas vezes mostra um absoluto desrespeito pelas regras e cortesia comum. A personalidade dele bate de frente com a da certinha Do Bong Soon, mas não demora muito tempo para o gelo entre os dois começar a derreter e as coisas começarem a esquentar. Será que o CEO do jogo se tornará uma pessoa melhor e conquistará o coração da nossa mulher forte? Ou será que ela sempre suspirará pelo homem que não gosta da força que a torna única?

Bong Soon, é uma garota meiga, que possui uma força extraordinária. Isso devido a uma maldição que a família de sua mãe carrega. Ela é apaixonada por In Gook Doo, desde os tempos de escola, mas o mesmo só a ver como uma amiga. Ao detonar alguns capangas que estavam covardemente importunando um senhor, Bong Soon é vista por Min Hyuk, um excêntrico Ceo de uma empresa de Jogos online. O mesmo fascinado pela força da garota, resolve contrata-la para ser sua guarda-costa, uma vez que o mesmo está recebendo ameaças. Enquanto Bong Soon fica suspirando por seu amado Gook Doo, mal percebe o quanto seu chefe está se envolvendo mais e mais por ela, a ponto dos papéis se inverterem.

Ok… podem até dizer que é um drama bobinho, mas gente, não como não se apaixonar por esses dois!!! eles são muito fofos!! E se prestar bem atenção, a história passa uma mensagem bem legal. De que muitas das vezes só damos valor a alguém, quando percebemos que estamos a ponto de perdê-las. E quando vamos correr atrás… é tarde demais.



Trailer:


Música que gostei:


domingo, 16 de abril de 2017

Splash Splash Love

Esse foi bem curtinho… Vi no domingo a tarde,

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Mini drama: Splash Splash Love

Episódios: 2

Atores principais: Kim Seul-gie (Dan Bi) / Yoon Doo Joon (Lee Do)

Sinopse: Quão longe você consegue ficar do inevitável? Dan Bi (Kim Seul Gi) é uma colegial do ensino médio que tem uma habilidade especial. Ela pode se transportar para qualquer lugar em dias chuvosos. Dan Bi odeia matemática e desistiu dos seus futuros sonhos porque exige a matemática! No dia de prestar o vestibular para entrar na faculdade, ela não consegue lidar com a pressão e foge para um parque infantil. Era um dia chuvoso e ela salta em uma poça d'água, sem saber o porquê, ela é transportada para o período da dinastia Joseon, onde ela encontra o jovem rei Lee Do (Yoon Doo Joon). O jovem rei está em uma situação difícil devido a seca e a propagação de uma epidemia. Quando ela tenta dizer ao tribunal que é uma "gosam" (colegial secundarista), pensam erroneamente que ela é um eunuco que pode trazer a chuva tão necessária nesse período. Pode Dan Bi provar a sua utilidade ao rei para continuar viva, e ela terá que usar a matemática para fazer isso.

Como eu disse é um drama curtinho. No dia do vestibular, Dan Bi entra em desespero e acaba parando em parquinho. Lá ela é atraída por uma poça d’água, se jogando nela. Com isso ela acaba parando na era Joseon, está passando por um longo período de seca. Quando ela explica que é um simples colegial, o ministério (sim ela foi parar diretamente dentro do palácio) a confunde como um Eunuco (Gosam = Colegial ou Eunuco). Agora ela vai ter que usar a matéria que ela mais odeia para sobreviver.

O que eu achei interessante nesse drama, é que a forma como ela chegou, do jeito que ela chegou, me lebrou do “Scarlet Heart – Ryeo”. O final também, sendo que menos dramático. Ok… muito menos dramático.



Trailer:


City Hunter

Olá!! Esse feriado até que foi bem produtivo em relação a doramas… Finalizei o City Hunter, comecei finalmente o Stong Woman Do Bong Soon, vi o filme Bounty Hunter e vi o mini drama Splash Splash Love. E de quebra consegui finalmente baixar o filme do meu gatinho Chang Wook, “Fabricated City”. Mas vou falar aqui do dorama finalizado, City Hunter, com Lee Min Ho.

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  K-drama: City Hunter

 Episódios: 20

 Atores principais: Lee Min Ho (Lee Yoon Sung) / Park Min Young (Kim Na Na)

Sinopse: Esse intenso e e belo thriller romântico, baseado no mangá de mesmo nome de Tsukasa Hojo, é um belo exemplo de um drama sobre vingança bem feito. Em 1983, 21 oficiais militares sul coreanos são enviados para a Coreia do Norte em uma missão secreta. Depois de completarem sua missão, eles são executados por seu próprio governo como uma forma de encobrir tudo. O único sobrevivente, Lee Jin Pyo, observa enquanto seu melhor amigo morre ao seu lado. Acolhendo o filho de seu amigo, Jin Pyo o cria como se fosse seu filho e o treina com um único objetivo: vingar-se dos homens responsáveis por esse massacre. Cerca de vinte anos depois, um jovem brilhante junta-se à equipe de comunicação internacional da Casa Azul (Casa Branca da Coreia). Lee Yoon Sung tem apenas um objetivo em mente: encontrar e eliminar os cinco homens responsáveis pelo assassinato do seu pai. Para isso, ele tem que esconder suas habilidades de combate e sua identidade para se infiltrar no governo. Durante sua busca por vingança, no entanto, ele também torna-se um justiceiro e recebe o apelido de "City Hunter" pela população, que conhece apenas uma figura obscura que expõe as injustiças na cidade. Dividido entre seu desejo de vingança e a garota inocente que ele ama, Yoon Sung deve lutar para sobreviver e escolher qual caminho ele vai tomar.

Bem, sobre a história, o sinopse já deixa bem claro!

Eu peguei esse grama para ver por dois motivos: Primeiro, pois eu queria ver um drama de ação sem ser com o Chang Wook (Healer) ou com o Joon Gi (Two Weeks), pois meio que já estou viciada nos dois, então decidi ver esse dois mais para frente; e segundo, que eu queria ver qual era desse Lee Min Ho, que eu vi no web drama “7 First Kisses”.

Então vamos lá… o plot da vingança até que foi bem interessante. A vingança, fazer justiça com as próprias mãos. A luta para fazer a justiça de forma correta. Mas o romance… Olha esse foi bem fraco. De todos os dramas, eu nunca vi um mocinho levar tanto toco. Aí quando finalmente ela dá mole, o carinha fica de merdinha… Chegou dá até raiva!

E o que dizer do final… ok, a reviravolta que a história dá, por causa da revelação, fez eu considerar um pouco mais o drama. O desfecho do plot da vingança foi bem legal, mas o final do casal… decepcionante!

Trailer:



Músicas que gostei:




terça-feira, 11 de abril de 2017

Wang-ui Namja – King's Man

A minha intenção não é de fazer resenhas de filmes, somente de doramas, mas vou abrir uma exceção para este. Vocês vão entender abaixo.

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Filme: Wang-ui Namja – The King and The Clown / King's Man

País: Coréia do Sul

Ano: 2005

Atores principais: Lee Joon Gi (Gong Gil) / Kam Woo Sung ( Jang Sang)

 Sinopse: King and the clown narra a história de um grupo de artistas de rua, uma espécie de "trovadores" que conseguem seu sustento entretendo as pessoas. Entre eles há um jovem, Gong Gil, cujos rasgos físicos e personalidade são extremamente femininos e por isso é vítima da luxúria de homens com poder. E por esse motivo seu grande amigo e protetor Jang Sang, foge com ele para Seul. Ali conhecem mais três palhaços de rua e começam a satirizar o rei, até que um ministro vê e os leva presos ao palácio, sob pena de morte. Entretanto lhes dá uma oportunidade: se com a sátira que faziam, conseguem fazer o rei sorrir, eles seriam livres. Eles conseguem, mas o rei ordena que eles fiquem no palácio, para entretê-lo e cada vez o rei vai prestando mais atenção em Gong Gil.


Eu não quero falar sobre o enredo do filme e sim para falar sobre o Lee Joon Gi. A cada dorama e filme que vejo, mais eu fico admirada, não só por sua beleza asiática, mas também pela sua atuação.

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Os dois doramas históricos que vi com o Joon Gi (Scarlet Heart e Joseon Gunman), os personagens eram fortes, determinados, de personalidade forte. Já nesse, ele mostra um lado mais sensível, mais delicado. Afinal, era um personagem afeminado. Eu fiquei impressionada com sua atuação, que foi perfeita. Ele conseguiu transmitir de forma sublime os sentimentos do personagem pelo rei e pelo amigo. A cena final então… Nossa… muito linda! Vale a pena assistir. É sobre homossexualidade? Sim! Mas vai mais além disso, o que torna o filme interessante e lindo de se ver.
 
 
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Trailer:
 
 
 
Song Theme:
 
 

A Promessa do Tigre

Olá!! Nossa, nem acredito que consegui finalizar mais uma leitura!! Não, não vou do “A Passagem”, pois ainda não terminei. Um dia finalizo, eu prometo. Vou falar sobre “A Promessa do Tigre”.  Depois de 6 anos atrás ter lido o “A Maldição do Tigre”, peguei ele para ler.

 

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Livro: A Promessa do Tigre

Autora: Collen Houck

Editora: Arqueiro

Minha nota: 3,5

 

Sinopse:  Mais de 300 anos antes de Kelsey Hayes surgir na vida de Ren e Kishan, uma jovem cruzou o caminho dos príncipes. Seu amor por um deles mudou o curso da história e o destino da família Rajaram.
Criada longe dos olhos da corte, isolada do convívio no castelo, Yesubai luta para suportar os maus-tratos do pai e manter em segredo suas habilidades mágicas. Lokesh é um poderoso e cruel feiticeiro que foi capaz de assassinar a própria esposa porque ela lhe deu uma filha em vez de um filho.
Ao completar 16 anos, Yesubai é surpreendida por um anúncio do rei. Procurando fortalecer suas relações diplomáticas, o nobre acredita que um casamento entre a filha de Lokesh, comandante de seu exército, e um pretendente de algum dos reinos vizinhos será uma boa estratégia para diminuir os conflitos na região.
A jovem recebe a notícia com alegria. Pela primeira vez ela enxerga um fio de esperança, a perspectiva de escapar do controle do pai e de levar uma vida fora do confinamento de seus aposentos. Mas esses não são os planos do feiticeiro. Ele vê no iminente casamento de Yesubai uma oportunidade de conseguir ainda mais poder e não poupará esforços para atingir seus objetivos sombrios.
A Promessa do Tigre conta a origem da história dos príncipes Ren e Kishan e os acontecimentos que levaram às aventuras da aclamada série A maldição do Tigre.

Bem, o que dizer de A Promessa do Tigre? Li comentários tanto positivos quanto negativos sobre ele. Eu vou ficar no meio a meio. Um livro desnecessário? SIM, mas deu para ter uma ideia de quem foi a Yesubai, o porque de fato da rixa entre os irmãos Rajaram e até mesmo um pouco mais do bruxo Lokesh.

Ainda continuo sendo #team Ren. Podem falar o que quiser, mas o cara foi sacaneado bonito. Até por alguém que fiquei tipo “caramba!!”. Mas também posso olhar o Kishan com outros olhos.

Enfim, é um livro curtinho, desnecessário para alguns, importante para outros. O bom, é que meu deu vontade de ler a saga novamente.