Livro: Eu Sou o Número 4
Autor: Pitacos Lore
Editora: Insitrica (li de outra editora)
Minha Nota: 3,5
Hello people! Como eu disse no Facebook, acabou minha mamata. Voltei a tarbalhar e agora só tenho os finais de semana para postar minha resenhas. Ler então…
Enfim… Setembro foi o mês das séries. Então escolhi duas que já tinha lido os anteriores: Myron Bolitar do Harlan Coben e Percy Jackson e os Olimpianos do Rick Riordan.
Livro: O Preço da Vitória
Autor: Harlan Coben
Editora: Arqueiro
Minha Nota: 3,5
Em “O Preço da Vitória”, Myron é convidado por seu amigo Win a assistir o Aberto de Golf dos EUA. Ele não muito fã do esporte (se isso pode ser chamado de esporte, segundo próprio Myron), mas vê nesse convite a oportunidade obter novos clientes. Em meio uma partida, Myron é procurado por um homem que diz que precisa de sua ajuda. É aí que Myron conhece Linda Coldren, que diz que seu filho foi sequestrado. Myron se vê novamente envolvido em uma investigação, onde descubrirá intrigas, vingança, rixas passadas. Dessa vez ele não terá a ajuda de seu amigo e parceiro Win, pois ele se recusa a ajudar por saber que foi sua mãe que indicou Myron aos Coldren.
Bem, dos quatro que li até agora, achei “O Preço da Vitória” o mais fraquinho. Eu fiquei mais intrigada em saber o por que da repulsa de Win pela mãe do que pelo próprio sequestro em si. Mas claro que para variar, assim como fiquei boquiaberta com o final do “Jogada Mortal”, fiquei no final deste. Sei lá, era meio óbvio, mas não percebi nenhum indício que seria a tal pessoa.
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Livro: O Mar de Monstros
Autor: Rick Riordan
Editora: Insitrica
Minha Nota: 3,5
Em “O Mar de Monstro”, Percy descobre de uma forma não muito agradável que o Acampamento Meio-Sangue está passando por graves problemas. A árvore de Thalia foi envenenada e a barreira onde protege o acampamento está enfraquecida. Ao chegar lá com Anabeth e Tyson, uma amigo de sua escola, na qual na verdade é um Ciclope, descobrem que Quíron foi acusado de ter envenado a árvore e foi expulso pelo Sr. D. Além disso, Percy têm sonhos no qual Grover está sendo mantido como prisioneiro por um Ciclope numa ilha no Mar de Monstros. Ao contar os sonhos para Anabeth, a mesma diz a Percy que sem saber Grover encontrou a localização do Velocino de Ouro e que o mesmo pode curar a árvore de Thalia.
É aí que Percy, Anabeth e Tyson, com a ajudinha de Hermes, partem em busca do Velocino e resgatar Grover a rebeldia, pois Tântalo, que ficou no lugar de Quíron, dá a missão a Clarisse, filha de Ares, msmo tendo sido Percy a falar sobre o Velocino.
Para ser sincera, a história é boazinha, mas não encheu muito os meus olhos, não. Ok, tem a aventura da busca, o enfrentamento com os monstros, mas não sei. Não sei mesmo.
Como em “O Ladrão de Raios”, “O Mar de Monstros” também tem sua versão hollydiana e que para varia como foi no primeiro, está completamente diferente. ainda não vi todo, mas pelas partes vi, dá para ver que está bem mexida da versão literária.
E mais um livro lido, para minha alegria! Esse eu demorei um pouco, pois o intercalei com uma enciclopédia chamada “A Arma Escarlate”.
Livro: Como Eu era Antes de Você
Autora: Jojo Moyes
Editora: Insítrica
Minha Nota: 5,0
Louisa é uma garota de 26 anos, garçonete, sem nenhuma expectaviva de vida, mora com os pais, é a única provedora da casa, uma vez que seu pai perdeu o emprego e sua irmã mais nova, que tem um filhinho, resolveu largar o emprego para voltar a faculdade. Ainda por cima tem um namorado marombeiro que só pensa em se exercitar.
O café onde ela trabalha fecha e Lou vai para a agência de emprego sem nenhuma expectativa, já que o único emprego foi como garçonete. Então o agente sugere de ela tentar a vaga de cuidadora, onde que teria que tomar conta de um tetraplégico.
É nisso que ela conhece Will Taynor, 35 anos que sofreu um acidente de moto. Arrogante, desgostoso da vida, uma vez que ele levava uma vida bastante ativa antes do acidente, maltrata qualquer um que tente chegar perto dele.Mas mal sabe ele que a aloprada, a garota que tem um um gosto para moda bem peculiar, mudaria sua vida. O será que será ele que mudará a vida dela de uma forma arrebatadora?!
A história é muito linda e comovente. Eu meio que já tinha sacado o final, mas fiquei na expectativa que a autora no surpreendesse, mudando completamente o rumo dos dois. Mas por outro lado, se ela fizesse isso, ficaria meio que fantasioso. E a vida, por incrível que pareça, não é um Conto de Fadas.
O livro terá sua versão hollydiana, com previsão de estréia para 2015. E já foram definidos os papéis pricipais:
Nusss… Dessa vez estrapulei no atraso. Também, eu tinha que pegar uma enciclopédia para ler e ainda intercalar com outro livro! Na verdade eu nem iria cumprir com o desafio de agosto, no qual o tema é livro sobre bruxa. Não gosto muito desse tema. Eu até tinha escolhido a “A Hora das Bruxas” da Anne Rice, mas desisti. Até que então me deparei com “A Arma Escarlate” de Renata Ventura. Não sou nada fã de Harry Porter (me batam, se quiserem!), mas até que gostei desse!
Livro: A Arma Escarlate
Autora: Renata Ventura
Editora:
Minha Nota: 4,00
O ano é 1997. Idá, um menino morador do morro Dona Marta, é marrento, arrogante, cheio de si e não confia em ninguém. O que ele mais quer é ingressar ao mundo do tráfico. Tem como seu arquiinimigo Caiçara, que vive perseguindo e surrando o moleque.
De tanto insistir, Vip, chefe do tráfico no morro, coloca Idá como “falcão”, um tipo de olheiro. E é então que sua vida dá uma virada na qual ele nunca imaginou. O morro é invadido pela polícia e é nesse momento que Idá recebe do nada um pacote. Nele há uma explicação que ele estava convocado a comparecer a Escola Korkovado, uma escola de bruxos em pleno Rio de Janeiro. De imediato, Idá não acredita naquela palhaçada, achando que seria mais uma de Caiçara, mas quando dois policiais o encurrala e algo extraordinário acontece. Idá não pensa duas vez: para livrar sua pele da polícia e da possibilidade de enfim de se vingar de Caiçara, ele foge do morro, mas não antes de ferrar Caíçara e parte para tal escola.
Lá, Idá se apresenta como Hugo Escarlate e esconde sua origem, com medo de represárias dos “almofadinhas”. Logo no primeiro dia já provaca confusão, causando a demissão de dos professores. E conhece uma turma bem descolada, denominada “Pixies”, que são contra o regime do Conselho da Korkovado. E vai aprender com um deles, que a vigança não leva a lugar nenhum. E que o jeito que ele leva a vida, desconfiando de tudo e de todos, descontando sua ira em gente que não não fez mal algum a ele, pode levá-lo a um caminho que pode não ter volta.
Apesar de ser um livro longo com 552 páginas, não é uma história cansativa, bem amarrada, não se perdendo em nenhum momento (pelo menos não percebi isso). A autora na “Nota do Autor” diz que se insperou na série Harry Potter, da J.K Rowling, mna qual ela é fã. Bem, como eu disse, não sou nada fã de Harry Potter e peguei esse só para cumprir o desafio mesmo. Mas gostei, pois pelo meu ver, a Bruxaria é somente um pano de fundo para contar a história de Hugo/Idá e como é vida em uma favela controlada pelo tráfico.
Eu só não gostei muito do final. Fiquei meio decepcionada a atitude do Pixie que tanto queria ajudar a Hugo se tornar uma pessoa melhor. Até no mundo dos bruxo, se resolve as coisas “do jeitinho brasileiro”?! Não sei se foi isso que a autora quis passar.
Eita que já se passaram 20 anos! Como eu estou velha!
Há 20 anos este anime chegou ao Brasil para deixar crianças, adolescentes e até adultos num maior alvoroço. Na época, eu não perdia um episódio se quer! Era chegar da escola e ligar a televisão para ver Seiya, Shiryu, Hyoga, Ikki, Shun e Cia. A mídia também se aproveitou. Era chicletes, bonecos e a febre do albúm de figurinhas. Nossa, como os donos de bancas faturaram com o album de figurinhas! Todo sábado estava eu em bangú para comprar e trocar figurinhas. Toda banca tinha um grupo fazendo trocas. Até hoje fico revoltada por não ter conseguido completar o album, faltando somente três figurinhas, mas precisamente o Trovão Aurora do Hyoga.
A história mostra cinco guerreiros místicos chamados de "Cavaleiros" (ou "Saints" no original) que lutam vestindo "Armaduras" (ou "Cloths") sagradas baseadas nas diversas constelações que protegem cada um dos guerreiros. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Atena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo que pretendem dominar a Terra.
A adaptação para anime é baseada no mangá de mesmo título e segue o mesmo enredo. Produzido pela Toei Animation, teve sua estreia no Japão no canal TV Asahi em 11 de outubro de 1986 e durou até 1989. Foi dirigido por Kōzō Morishita (episódios 1–73) e Kazuhito Kikuchi (episódios 74–114). Os desenhistas da obra foram Shingo Araki e Michi Himeno, com trilha sonora composta por Seiji Yokoyama. Os escritores responsáveis por adaptar a história de Kurumada foram Takao Koyama e Yoshiyuki Suga. A série tem três sagas: Santuário (episódios 1–73), Asgard, exclusiva do anime (episódios 74–99), e Poseidon (episódios 100–114). Fonte: Wikipedia.
Foram feitas também 26 ovas que correspondem a Saga de Hades, que foram divididas em 3 partes: Santuário, Inferno e Elísios. Para mim esta foi a melhor saga!
Além das séries, foram feitos seis filmes: O Santo Guerreiro (Eire, a deusa da Discórdia), A Grande Batalha dos Deuses (Odim, deus Nórdico), A Lenda dos Defensores de Atena (Abel, que errôneamente e não sei a que burros cargas disseram ser irmão de Athena, já que Abel é um deus romano), o Guerreiros do Armagedon (Lúcifer) e Prólogo dos Céus (Artemes, deusa da Caça e Apolo, deus do Sol).
O filme Prólogo do Céu foi meio que decepcionate para os fãs, pois todos esperavam dele viria a saga mais aguardada: A Saga de Zeus. Mas infelizmente nunca aconteceu!
Após isso foi até Saint Seiya: The Lost Canvas, na qual contaria a história da Guerra Santa anterior da Saga de Hades. E explica o por que de Hades ter um certo “medo” do cavaleiro de pégasos na Saga de Hades (quem viu, vais entender). Infelizmente Lost Canvas não foi para fente, não tendo um final.
Em 2012 apareceu o anime Saint Seiya Omega, com novos cavaleiros e com apareceu dos antigos. Foi até bom, mas não chegou aos pés do original.
Agora, 20 anos depois, eis que os fã são presenteados por mais um filme! A Lenda do Santuário. E é em 3D! O filme se baseia na Saga do Santuário. Não será ao pé da letra, mas pelo trailer, tem tudo para ser um filmaço. E eu claro, vou tentar ver nas telonas!
Bem, como em todo grupo que se preze na qual gostamos, sempre têm aqueles que gostamos mais. E não seria diferente com Cavaleiros do Zodíaco, não é?! Então vamos lá!
Ikki, cavaleiro de bronze de Fênix.
Ikki é um bad boy. Quer dizer, se faz de bad boy. Na verdade ele tem um bom coração. é só o irmãzinho choramingar, que ele logo corria para salvá-lo. Na verdade, eu não sei muito bem porque o Ikki é o meu preferido. Deve ser por que ele é meio marrento e cheio de si.
Hyoga, cavaleiro de bronze de Cisne
Em falar em marrento, Hyoga não fica atrás. Ele é lindo, é loiro e charmoso! As minas babam! KKKKK
Mú, cavaleiro de ouro de Áries
Ao contrário de Ikki e Hyoga, Mú é todo zen, apesar de ser um cavaleiro. E é isso que gostei do Mú. O cara é todo tranquilo, até no modo de falar e no modo de ameaçar. Só vemos o real potencial de Mú na Saga de Hades.
Siegfried, cavaleiro deus de Dubhe
Ele não era mal, tadinho. Ele foi enganado como os outros cavaleiros deuses. Também não sei muito bem explicar porque eu gostava dele. Sei lá. deve ser porque dos cavaleiros deuses, ele esra mais carismático.
Enfim, Cavaleiros do Zodíaco faz parte de minha infância e me orgulho muito disso. Fiz belas amizades. Amizades que infelimente eu perdi contato. A Diretoria CDZ era um grupo muito legal onde jogávamos RPG. Ficávamos madrugada a dentro no chat do site cavzodiaco e no msn. Minha personagem era “Rita de Hydus”. Uma personagem que não existe no anime e nem no mangá. Bem original, não é?! Eu até fiz uma fanfic, “O Castigo de Athena e Ignys”.
Outra coisa que eu amava era as músicas! Nossa cada uma mais linda! E as melodias?! Enfim, só tenho uma coisa a dizer:
Olá pessoas! Enquanto estou em andamento nas minha leituras e logo logo trarei as resenhas. enquanto isso vou falar de minha outra paixão que voltei com o hábito: Animes! Bem, acho que não preciso explicar o que é anime, certo?! Eu via bastante quando eu tinha Tv por assinatura na Cartoon Network. Enfim, há dois anos atrás eu achei um canal muito show que tem tudo que é anime: Anitube. Abaixo segue os que estou acompanhando no momento.
Sailor Moon Crystal
Sailor Moon conta a história de Usagi Tsukino, uma garota normal e inocente de 14 anos –pelo menos, é isso que ela pensa– que um dia encontra Luna, uma gata falante que revela a indentidade de Usagi como "Sailor Moon", uma guerreira mágica destinada a salvar a terra das forças do mal. Luna, então, dá a ela tarefas, como a de encontrar a Princesa da Lua e a de proteger a terra de diversos antagonistas, começando com o Reino das Trevas, que há um tempo destruiu o Reino da Lua. Antes da série começar, o inimigo atacou o Reino da Lua, o que obrigou a Rainha a mandar a Princesa da Lua, suas guardiãs, seus assessores e seu verdadeiro amor para o futuro para renascerem. Junto com suas guardiãs—a inteligente Sailor Mercúrio, a vidente Sailor Marte, a moleca Sailor Júpiter e a alegre Sailor Vênus—a Princesa da Lua lutra contra o mal e, com o tempo, encontra-se com o Tuxedo Mask, o seu verdadeiro amor.
Estrelas: *****
Sword Art Online 2 – Phantom Bullet
Kirito e seus amigos sobreviventes de SAO agora são jogadores ativos de ALO, porém não demora até o protagonista se meter em outra enrascada. Kikoua Seijirou, um agente do governo com quem vinha mantendo contato desde o fim do incidente de SAO, contrata Kirito para atuar em uma investigação dentro do VRMMO Gun Gale Online (GGO). O caso a ser investigado gira em torno de um avatar conhecido como Death Gun, que supostamente consegue matar pessoas na vida real com um ataque cardíaco com sua arma especial no jogo, a Death Pistol. Kirito transfere seu personagem de ALO para GGO, onde acaba assumindo uma aparência inesperadamente feminina. Lá, ele conhece Sinon, uma jogadora veterana que está no VRMMO para superar seus próprios medos. Sinon guia Kirito pelo jogo, a princípio pensando se tratar de uma mulher, mas ambos rapidamente se desentendem quando a verdade vem a tona
Estrelas: *****
Num reino chamado Clow (玖楼国, Kurō-koku), vivia a Princesa Sakura, que era apaixonada por um dos seus súditos, o seu amigo de infância Syaoran. Ele é arqueólogo, e assim como o seu pai, Fujitaka, trabalha numa escavação arqueológica nas ruínas do reino. Um dia, a Princesa Sakura visita as escavações, com o propósito de declarar o seu amor a Syaoran. Porém, ela é atraída por um símbolo no chão, com o qual havia sonhado anteriormente, e ao tocá-lo, fica inconsciente e começam a surgir asas nas suas costas. Essas asas são dispersadas, e as penas, que representavam seu coração e alma junto com as suas memórias, são espalhadas por várias dimensões. Sem elas, a Princesa se torna um "recipiente vazio", e corre risco de perder a vida. Para salvá-la, o sumo sacerdote do reino, Yukito, envia-a junto com Syaoran, à Bruxa das Dimensões, Yuuko.
Lá, Syaoran, encontra duas pessoas que também haviam chegado de dimensões diferentes: o mago Fay D. Flourite, que pede à Bruxa para viajar para outros mundos e não voltar ao seu mundo original Celes (セレス国, Seresu), e o ninja Kurogane, que quer voltar ao seu mundo (o Japão Feudal, "Nihon", 日本国, governado pela Princesa Tomoyo). Já Syaoran, pediu o poder para cruzar as dimensões, para conseguir recuperar as memórias da Princesa Sakura. Yuuko explica que não pode conceder os três desejos, porém, se os três viajarem juntos, eles podem dividir o pagamento. Yuuko pede o que é mais importante de cada um deles: de Kurogane, a sua espada, Ginryuu, de Fay, a sua tatuagem nas costas, e de Syaoran, as lembranças que a Princesa tinha dele. Ou seja, mesmo que fossem recuperadas todas as penas da Princesa, esta nunca se lembraria dele e do relacionamento que eles tiveram. O preço de Sakura para viajar as dimensões são as suas memórias de Syaoran, por ele ser a sua pessoa mais preciosa.
Estrelas: ****
Saint Seiya – Losta Canvas
A série dá destaque ao antigo Cavaleiro de Bronze de Pégaso, Tenma. Tenma é órfão como Seiya, e tem uma ligação forte com Alone, o hospedeiro de Hades na época, e com Sasha, a reencarnação de Atena, que moravam no mesmo orfanato que Tenma. Existem várias ocorrências interessantes no mangá. Por exemplo: a maneira como os espectros atacam é diferente. Ao contrário da época atual, em que as Estrelas Malignas vão em peso ao Santuário, os Espectros de Hades lutam em diferentes partes do mundo, inclusive no próprio Santuário. O tom das histórias é mais dramático, o que rende ao mangá ótimas críticas. Mais um ponto essencial que está rendendo sucesso à Lost Canvas se refere à revelações que condizem cronologicamente com fatos da era atual, como de onde veio o rosário que Shaka de Virgem usa para mostrar as estrelas malignas que foram derrotadas ou o porquê que Hades sente um certo "medo" pelo Cavaleiro de Pégaso. O roteiro está sendo bem mais elaborado com fatos que normalmente passam por um simples "clichês", na verdade tem um motivo importante: Por exemplo o fato de Sasha e Alone serem irmãos (para que Atena pudesse intervir na ressurreição de Hades por estarem mais próximos um do outro), o Cavaleiro de Ouro Touro se auto chamar Aldebaran (homenagem à estrela principal da constelação) e Albafica de Peixes ser uma pessoa distante de todos e não manter relacionamento (por ter em seu sangue o próprio veneno de suas rosas demoníacas). O nome The Lost Canvas pode ser entendido como A Tela Perdida (ou quadro, pintura…), pois o plano de Hades na referida época é usar os talentos artísticos de Alone para destruir a Terra. Quando Alone terminar de pintar o seu quadro, o mundo cairá nas trevas.
Estrelas: ****
Arata Kangatari (O Mito de Arata)
Em um mundo místico, a cada 30 anos, uma nova princesa é escolhida vinda da família Hime para ser a líder de Amawakuni. Isso porque o poder Amatsuriki é o único capaz de subjugar os Hayagamis. Esse dia chegou novamente, mas com o passar dos anos nenhuma mulher havia nascido, a não ser Arata, com 15 anos de idade. O único problema é que Arata na verdade é um homem! Forçado a se disfarçar e tomar o lugar da candidata a princesa até uma de verdade fosse encontrada. Durante um festival ele acaba sendo a única testemunha do assassinato da princesa atual e sendo o acusado dessa morta. Agora todos querem ver o garoto morto. Enquanto isso, em um mundo paralelo, um outro jovem chamado Arata Hinohara encara o bullying de seus amigos em mais uma mudança escolar. O que esses dois Aratas tem em comum? Bem, eles vão descobrir – ou não – quando acidentalmente trocarem de papéis… Agora, Hinohara terá de lutar pela sua vida em um mundo onde ele é caçado, enquanto Arata terá de aprender a viver no mundo moderno.
Estrelas: ****
Mahouka Koukou no Rettosei
No futuro a existência da magia foi comprovada e passou a ser um campo de estudo da ciência. Através do estudo da magia foram descobertas novas entidades quânticas que podiam ser influenciadas pela parte subconsciente do cérebro humano e podiam alterar diretamente a natureza de fenômeno físico, sem contudo desrespeita as leis básicas da física. Um mago então é alguém capaz de influenciar essas entidades ativamente e ordenadamente de modo a alterar de maneira controlada um fenomeno físico alvo. A magia é então dividida em duas categorias principais: A magia antiga, desenvolvida intuitivamente ao longo de diversas gerações de magos que a praticavam em segredo, e a magia moderna, desenvolvida sistematicamente através de metodologia cientifica e praticada por magos criados através de diversos processos de aperfeiçoamento genético. 1
No final do século XXI, no Japão, há nove escolas de ensino médio de magia vinculadas a universidade nacional de magia. Dentre essas escolas, a de maior prestigio é a primeira academia que divide seus estudantes em dois cursos separados baseado em seus desempenhos nos testes de aptidão em magia durante os exames de admissão. Os estudantes com elevado talento em magia, chamados de "Bloom", vão para o curso um, onde contam com maiores regalias e têm direito a instrutores privados. Já os estudantes com baixa classificação nos testes de aptidão em magia, pejorativamente chamados de "Weed", vão para o curso dois, onde não têm professores para acompanhar seus estudos e contam com alguns direitos a menos que os do curso um. Apesar de proibido pelas normas da escola existe um grande antagonismo e discriminação dos alunos do curso um em relação aos do curso dois.
Um abalo no conceito de valores dos estudantes começa a ocorrer com a chegada de Tatsuya Shiba, um novo estudante do curso dois, que apesar de hostilizado e menosprezado por muitos alunos do curso um, demonstra ser um verdadeiro gênio com grandes habilidades e poderes, os quais passam totalmente despercebidos nos testes padrões de aptidão. Isso mostra que o sistema de avaliação é genérico demais para avaliar talentos individuais e que fogem totalmente dos padrões estabelecidos.
Estrelas: ***